Saiba um pouco mais sobre Sistema circulatório e o bem estar

Sistema circulatório e o bem estar

Desmaios frequentes podem ser problema no sistema circulatório

Até 70% das pessoas já desmaiaram ou vão desmaiar pelo menos uma vez na vida. Se isso ocorrer mais de duas vezes em seis meses, é sinal de alerta. Cerca de 70% dos pacientes que procuram serviços de saúde em decorrência de desmaios têm a síndrome vasovagal.

Esse problema no sistema circulatório também causa outros sintomas, muitas vezes confundidos com epilepsia, labirintite, hipoglecemia e até doença do pânico. Pode acontecer numa queda brusca de pressão, num momento de fortes emoções – como casamentos e enterros – ou ao ficar muito tempo em pé em filas e shows.

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Outros indivíduos têm isso ao doar sangue, sentir muito calor, fazer exercícios que exigem grande esforço, ficar desidratados ou sem comer, ou ainda ao passar por exames, tratamentos e pequenas cirurgias.

Além da perda de consciência, a pessoa sente tontura, mal-estar, calor, enjoo, palpitação, suor frio, palidez, pressão baixa, pulsação lenta e escurecimento da visão.

De acordo com os cardiologistas Roberto Kalile Denise Hachul, o desmaio é uma defesa do organismo, que, assim como um gerador sobrecarregado, desliga-se repentinamente. Todas as pessoas em situação de extremo estresse físico ou emocional podem desmaiar, mas isso não significa que elas tenham a síndrome vasovagal, que é um conjunto de sinais, enquanto a síncope é apenas o desmaio.

Geralmente, quem tem a doença desmaia repetitivamente, em situações habituais do dia a dia. Quando o corpo cai no chão, o sangue se redistribui naturalmente e a consciência é recuperada.

Isso ocorre de forma semelhante a uma garrafa de água quase cheia. Quando o recipiente está deitado, o líquido se espalha facilmente. Mas, quando fica em pé, a água desce para o fundo, por causa da gravidade.

Ao levantarmos, essa força desloca cerca de 30% do volume de sangue para os membros inferiores. Nessa situação, o corpo precisa da ação do sistema nervoso autônomo para bombear o sangue de volta para o cérebro. No caso de quem é diagnosticado com a síndrome vasovagal, a contração dos vasos sanguíneos, que é fundamental para esse bombeamento, não é eficiente.

A quantidade de sangue diminui nas carótidas e no coração. As artérias do peito e do pescoço têm sensores que detectam se a pressão está maior ou menor. Quando os vasos estão vazios, os sensores automaticamente mandam um estímulo para o cérebro. Com a adrenalina, o coração bate mais rápido, a circulação aumenta e aparecem os sintomas.

Fonte: Bem Estar

 

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